Porque fazemos Arquitetura

Entendemos que nos espaços nascem e acontecem as relações, é onde criam-se as experiências que alimentam a nossa arquitetura. Sabemos que através dela podemos gerar sentidos coletivos, seja transformando a cidade em um lugar mais democrático ou uma casa em um ambiente de prazer. E é por isso que fazemos arquitetura, sempre em busca de experiências estéticas surpreendentes, sistemas construtivos eficazes e metodologias que entendem junto das pessoas as suas principais demandas.

Equipe

Nossa História

Em 2006, na faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFRJ, Luisa, Danillo, André e Thiago começaram seus trabalhos conjuntos. Ali, já era grande a vontade de experimentar outras maneiras de fazer arquitetura, ressignificar o papel do arquiteto e explorar experiências a partir de uma visão de coletividade.

Nos concursos da faculdade, tiveram projetos premiados para a Ocupação Machado de Assis, o Centro de Tecnologia da UFRJ e a iniciativa Solvin. O primeiro grande trabalho, já oficialmente como Estúdio Guanabara, foi o Loro Hotel, no corredor cultural da Lapa, feito de contêineres marítimos com cerca de 3.000 m².

Com a vontade de mergulhar mais a fundo e apostar em uma forma de trabalho ainda mais coletiva, em 2014 o Estúdio juntou-se a novos parceiros para criar a Goma, associação de empreendedores sociais e laboratório de autogestão. Foi um período de criação coletiva intensa que fortaleceu a essência colaborativa do Estúdio.


Como reflexo da sua jornada, da visão e da forma de trabalhar, novos projetos vieram como a Casa Zuzu Angel, museu-escola na Usina, Rio de Janeiro (2014); o projeto Kikré, habitação para o povo Kayapó, no Pará (2015); o Ativa Pedaço, proposta de ativação urbana e disseminação de conhecimento desenvolvida na Saúde, Rio de Janeiro; e o edifício multiuso, projeto para o Rio Sul no Rio de Janeiro (2016).

Hoje o Estúdio segue buscando gerar sentidos coletivos a partir do seu trabalho, entendendo que nos espaços acontecem as relações e criam-se as experiências. Seu foco permanece na proximidade com o cliente, no processo aberto e muitas vezes participativo, em resultados estéticos surpreendentes e sistemas construtivos eficazes, tanto as pessoas que irão ocupar o espaço quanto para o ecossistema a sua volta.